Notícias

  • Febre amarela no Brasil.

    RESUMO
    Em 24 de janeiro de 2017, o Ponto Focal Nacional (PFN) do Regulamento Sanitário Internacional (RSI) do Brasil apresentou à Organização Pan-Americana da Saúde / Organização Mundial da Saúde (OPAS / OMS) uma atualização sobre a situação da febre amarela.
    A distribuição geográfica de casos humanos confirmados de febre amarela está em expansão e inclui, além do estado de Minas Gerais, os estados do Espírito Santo e São Paulo. Além disso, o estado da Bahia relatou 6 casos de febre amarela em humanos sob investigação.
    O estado do Espírito Santo, área que anteriormente não era considerada de risco para febre amarela, confirmou seu primeiro caso humano autóctone de febre amarela desde 1940.
    O caso é de um homem de 44 anos do município de Ibatiba.
    O estado de São Paulo reportou três casos de morte laboratoriamente confirmadas para febre amarela humana. No estado de Minas Gerais, até 24 de Janeiro, um total de 404 casos (66 confirmados, 337 suspeitos e 1 descartado), incluindo 84 mortes (37 entre casos confirmados e 47 entre casos suspeitos, com taxa de letalidade de 56% e 14% respectivamente) foram reportados.
    O número total de casos reportados suspeitos e confirmados é o mais alto em todo o país desde 2000.

    World Health Organization (WHO). Yellow fever in Brazil, 2017. [Internet]. 2017.
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  • 21º Encontro Técnico-Científico - Vacinar - 2017

    É com prazer que lhe convidamos para mais um Encontro Técnico Científico, visando a Campanha de vacinação contra Gripe 2017 em Empresas.

    Endereço: Espaço de Eventos Kolping - localizado na Rua Barão do Triunfo, 1213 - Campo Belo
    Dia 25 de março de 2017, das 8h00 às 15h00


    A inscrição é gratuita , necessária a importação dos seguintes documentos:
    1 foto 3 X 4
    Cópia Simples do Coren
    Cópia simples do comprovante de endereço
    Cópia simples do RG e CPF
    Cópia simples do PIS / NIT


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  • Febre Amarela - Informativo Para Profissionais de Saúde.

    Sociedade Brasileira De Infectologia. Febre Amarela - Informativo Para Profissionais de Saúde. [Internet]. 2017.
    Disponível em Acessado em 31/01/2017.
    RESUMO
    Por conta do atual surto de febre amarela que está acontecendo em Minas Gerais e Espírito Santo, a Sociedade Brasileira de Infectologia reuniu um grupo de especialistas dos comitês de arboviroses, imunizações e medicina de viagem e elaborou um documento inédito com informações detalhadas a respeito de febre amarela.
    Esse primeiro informativo é voltado a profissionais de saúde e é um compilado atualizado a respeito desse grave problema de saúde.
    O conteúdo foi validado pelos especialistas da SBI, que se empenharam para elaborar um material de referência robusto, bem fundamentado e que aborda os principais aspectos que envolvem a febre amarela, incluindo conceitos, vacinação, vigilância entre outros temas.

  • Hepatite A entre os refugiados, pessoas em busca de asilo e os migrantes que vivem em alojamentos, Grécia, de abril a dezembro de 2016.

    Mellou K, Chrisostomou A, Sideroglou T, Georgakopoulou T, Kyritsi M, Hadjichristodoulou C, et. al.
    Hepatitis A among refugees, asylum seekers and migrants living in hosting facilities, Greece, April to December 2016. Euro Surveill. 2017;22(4).
    RESUMO
    Foi registrado entre abril e dezembro de 2016 um aumento no número de casos de hepatite A entre refugiados, pessoas em busca de asilo e migrantes residentes em alojamentos na Grécia. No total, foram notificados 177 casos sintomáticos confirmados laboratorialmente; destes, 149 (84%) ocorreram em acampamentos principalmente entre crianças sírias menores de 15 anos.
    Todos os casos relataram o início dos sintomas após sua entrada no país. As intervenções de saúde pública focaram em medidas de higiene e vacinação.

  • Impacto do programa nacional de vacinação contra hepatite A na Austrália: 2000-2014.

    Thompson C, Dey A, Fearnley E, Polkinghorne B, Beard F. Impact of the national targeted Hepatitis A immunisation program in Australia: 2000-2014. Vaccine. 2017 Jan 3;35(1):170-176.

    RESUMO
    Em novembro de 2005, a vacina hepatite A foi financiada pelo Programa Nacional de Imunização Australiano para crianças aborígenes e indígenas do Estreito de Torres, com idade entre 12-24 meses, nas jurisdições de Queensland, no norte, sul e parte ocidental da Austrália.
    Foi realizada revisão da epidemiologia da hepatite A de 2000 a 2014 utilizando dados do Sistema Nacional Australiano de Vigilância de Doenças Notificáveis, do Banco de Dados Nacional de Morbidade Hospitalar e dos dados sobre causas-de-morte-, do departamento de estatística da Austrália.
    O impacto do programa nacional de vacinação contra hepatite A foi avaliado através da comparação dos períodos de pré-vacinação (2000-2005) e pós-vacinação (2006-2014), por faixa etária, descendência indígena e jurisdição, utilizando taxas de incidência (IRR) por 100.000 habitantes e intervalos de confiança de 95% (IC).
    A taxa nacional de notificação, no período de pré-vacinação, em povos indígenas foi quatro vezes maior do que a taxa não-indígena, e diminuiu de 8,41 por 100.000 (IC 95%: 5,03-11,79) na era pré-vacinação, para 0,85 por 100.000 (IC 95%: 0,00-1,99) na era pós-vacinação, tornando-se semelhante à taxa de não-indígenas.
    Taxas de notificação e hospitalização em crianças indígenas, com idade <5 anos, de jurisdições específicas, diminuíram no período pós-vacinação quando comparadas com o período pré-vacinação (notificações: IRR = 0,07, IC 95% 0,04-0,13; internações: IRR = 0,04; IC 95% 0,01-0,16).
    Também diminuíram as taxas de notificação em indígenas de 5 a 19 anos (IRR = 0,08; IC 95% 0,05-0,13) e 20-49 anos (IRR = 0,06; IC 95%: 0,02-0,15) em jurisdições específicas. Para os indivíduos não-indígenas de jurisdições específicas, as taxas de notificação diminuíram significativamente em crianças com idade <5 anos (IRR 0,47; IC 95%: 0,31-0,71), e, no geral, de forma ainda mais significativa (IRR = 0,43; IC 95% 0,39-0,47) em comparação com não-indígenas de jurisdições não-alvo (IRR = 0,60; IC 95%: 0,56-0,64).
    O programa nacional de vacinação contra hepatite A teve um impacto significativo na população alvo, mesmo com modesta cobertura vacinal, e com evidências sugestivas de efeitos substanciais de proteção de rebanho.

  • AVALIAÇÃO DA EVIDÊNCIA SOROLÓGICA DA EXPOSIÇÃO HUMANA AOS VÍRUS INFLUENZA ANIMAIS – UMA REVISÃO DA LITERATURA.

    Sikkema RS, Freidl GS, de Bruin E, Koopmans M. Weighing serological evidence of human exposure to animal influenza viruses − a literature review. Euro Surveill. 2016;21(44):pii=30388
    Avaliar as cepas dos vírus influenza A que circulam nos animais e o seu potencial para “atravessar” a barreira entre as espécies e causar infecções humanas é importante para melhorar a vigilância e o preparo para influenza.
    Foram revisados estudos que descrevem a evidência sorológica de exposição humana aos vírus influenza animais.
    A comparação dos dados sorológicos é difícil devido à falta de padronização nos desenhos dos estudos e nos métodos laboratoriais utilizados nos relatos publicados. Portanto, foi desenhado um sistema de pontuação para avaliar e “pesar” a especificidade dos resultados de sorologia obtidos nos artigos selecionados.
    Muitos estudos relataram evidências confiáveis de anticorpos contra vírus influenza suína, dentre pessoas que tem exposição ocupacional a suínos. A maioria dos estudos sobre influenza aviária visa os subtipos H5, H7 e H9 e a maior parte das evidências sorológicas de exposição humana aos vírus influenza aviária é relatada para estes subtipos. Estudos de influenza aviária que receberam uma pontuação baixa nesta revisão apresentaram frequentemente soroprevalências mais elevadas em seres humanos, em comparação com estudos que receberam pontuação elevada. Os sistemas oficiais de vigilância centram-se principalmente nos vírus aviários subtipos H5 e H7. Vírus de influenza suína e subtipos aviários com exceção dos H5 e H7 (com destaque para H9) devem ser adicionalmente incluídos nos sistemas oficiais de vigilância.
    Esforços de vigilância também devem ser direcionados para áreas geográficas pouco estudadas, como África e América do Sul.

  • INFORMATIVO EPIDEMIOLÓGICO DENGUE, CHIKUNGUNYA, ZIKA VÍRUS E MICROCEFALIA - SETEMBRO DE 2016 - SEMANA EPIDEMIOLÓGICA

    Secretaria Estadual de Saúde do Rio Grande do Sul. Centro de Vigilância em Saúde.
    Informativo Epidemiológico Dengue, Chikungunya, Zika Vírus e Microcefalia Setembro de 2016 - Semana Epidemiológica 39 (25/09 a 01/10). [Internet].
    Disponível em: Clique Aqui
    Acesso em 08/11/2016.
    A Secretaria Estadual de Saúde do Rio Grande do Sul (SES/RS), por meio do Centro Estadual de Vigilância em Saúde (CEVS/RS) registrou, até a Semana Epidemiológica (SE) 39, 7.576 casos suspeitos de Dengue, dos quais 2.437 foram confirmados sendo 2.159 (89%) autóctones (contraído no RS), 181 (7%) importados (transmissão fora do estado) e 97 (4%) aguardam definição do Local Provável de Infecção (LPI).

  • IMUNIZAÇÃO DE PROFISSIONAIS DE SAÚDE: NECESSIDADE E POLÍTICAS DE SAÚDE PÚBLICA

    Maltezou HC, Poland GA. Immunization of Health-Care Providers: Necessity and Public Health Policies. Leggat PA, Smith DR, eds. Healthcare. 2016;4(3):47.
    Os profissionais de saúde (HCPs) estão sob risco aumentado de exposição à doenças imunopreveníveis (DIP) no local de trabalho.
    O racional para imunização de HCPs depende da necessidade de protegê-los e, indiretamente, a seus pacientes de DIP associadas à cuidados de saúde. As evidências publicadas indicam lacunas significativas de imunidade para DIPs de HCPs globalmente.
    Deficiências de conhecimento e falsas percepções sobre DIPs e vacinas são as barreiras mais comuns para a adesão a uma vacina e podem também influenciar a comunicação sobre vacinas entre HCPs e seus pacientes.
    A maioria dos países tem recomendações de vacinação para HCPs; no entanto, não há políticas universais e existe uma heterogeneidade significativa entre os países, em termos de vacinas, calendários, forma de implementação (recomendação ou obrigatoriedade) e categorias-alvo de HCPs.
    Políticas de imunização obrigatória contra influenza para HCPs foram implementadas com altas taxas de adesão.
    Recomendações taxativas para imunização de HCPs e comprometimento, no nível do estabelecimento de saúde, são fundamentais a fim de atingir altas taxas de cobertura vacinal. Dada a importância para a saúde, devem ser consideradas políticas de imunização obrigatórias para DIPs que podem causar morbidade e mortalidade graves para pacientes vulneráveis.

  • INFORME EPIDEMIOLÓGICO - INFLUENZA: MONITORAMENTO ATÉ A SEMANA EPIDEMIOLÓGICA 42 DE 2016

    Brasil. Ministério da Saúde. Secretaria de Vigilância em Saúde. Boletim epidemiológico. Influenza: monitoramento até a semana epidemiológica 42 de 2016 [Internet].
    2016 [atualizado 2016 Out 24]. Disponível em: Clique Aqui
    A vigilância da influenza no Brasil é composta pela vigilância sentinela de Síndrome Gripal (SG), de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) em pacientes internados em Unidade de Terapia Intensiva (UTI) e pela vigilância universal de SRAG.
    A vigilância sentinela conta com uma rede de unidades distribuídas em todas as regiões geográficas do país e tem como objetivo principal identificar os vírus respiratórios circulantes, além de permitir o monitoramento da demanda de atendimento por essa doença.
    A vigilância universal de SRAG monitora os casos hospitalizados e óbitos com o objetivo de identificar o comportamento da influenza no país para orientar na tomada de decisão em situações que requeiram novos posicionamentos do Ministério da Saúde e Secretarias de Saúde Estaduais e Municipais. Os dados são coletados por meio de formulários padronizados e inseridos nos sistemas de informação online: SIVEP-Gripe e SINAN Influenza Web.
    As informações apresentadas nesse informe são referentes ao período que compreende as semanas epidemiológicas (SE) 01 a 42 de 2016, ou seja, casos com início de sintomas de 03/01/2016 a 22/10/2016.

  • FEBRE AMARELA NA ÁFRICA E AMÉRICA DO SUL, 2015.

    World Health Organization (WHO). Yellow fever in Africa and South America, 2015. Wkly Epidemiol Rec. 2016 Aug 12;91(32):381-8. English, French. Disponível em: Clique Aqui
    Em 2015, 73 casos de febre amarela (FA), incluindo 9 óbitos, foram relatados à Organização Mundial de Saúde (OMS).
    Surtos de casos confirmados de FA foram notificados em 2 países nas Américas: em 3 regiões no Brasil e em 7 “departamentos” no Peru. Na África, não foram notificados surtos.
    Casos suspeitos foram detectados pelo sistema de vigilância baseado em casos, em países que se beneficiaram de campanhas de vacinação em massa.

  • Associações médicas recomendam a vacina contra a dengue .

    Em uma iniciativa inédita, a Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIm), a Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP) e a Sociedade Brasileira de Infectologia (SBI) recomendam, em nível individual, em seus calendários, o uso rotineiro da vacina contra a dengue para pessoas de 9 a 45 anos que vivem em região de risco para a doença.
    A vacina, produzida pelo laboratório francês Sanofi Pasteur, foi lançada no Brasil em agosto desse ano e deve ser administrada em três doses (0, 6 e 12 meses).
    Ela é feita com vírus atenuados e é tetravalente, ou seja, protege contra os quatro sorotipos de dengue existentes.
    Estudos revelaram que a eficácia na população acima de 9 anos revelam que a vacina protege 2 a cada 3 vacinados contra os quatro sorotipos de vírus da dengue.
    Além disso, reduz os casos graves - aqueles que levam ao óbito, como a dengue hemorrágica – em 93% e os índices de hospitalizações em 80%.
    A Dengvaxia, vacina contra a dengue da Sanofi Pasteur, está disponível no mercado privado (clínicas) de todo o país.
    Além disso, o Governo do Paraná, único Estado a oferecer a vacina de forma gratuita à população, postergou a sua campanha de vacinação na rede pública até 24 de setembro de 2016.
    A publicação na íntegra pode ser acessada em:Clique Aqui

  • Sarampo é declarado erradicado das Américas.

    Pan American Health Organization. Region of the Americas is declared free of measles.
    [Internet] Disponível em Clique Aqui Acessado em 28/09/2016.
    RESUMO
    A região das Américas é a primeira no mundo a ter eliminado o sarampo, uma doença viral que pode causar graves problemas de saúde, incluindo pneumonia, cegueira, edema cerebral e até óbito.
    Esta conquista é resultado de 22 anos de esforços, envolvendo campanhas de vacinação em massa contra sarampo, caxumba e rubéola por toda a região das Américas.

  • Recomendação de cepas para composição das vacinas influenza para uso na temporada 2017, no Hemisfério Sul.

    World Health Organization. Recommended composition of influenza virus vaccines for use in the 2017 southern hemisphere influenza season.
    [Internet] Disponível em: Clique Aqui Acesso em: 29Set2016.
    RESUMO
    A Organização Mundial de Saúde (OMS) realiza consultas técnicas, em fevereiro e setembro de cada ano, para determinar a recomendação de cepas dos vírus influenza para inclusão nas vacinas a serem utilizadas durante as temporadas influenza nos Hemisférios Norte e Sul, respectivamente.
    A presente recomendação diz respeito às vacinas influenza para uso na próxima temporada (2017) no Hemisfério Sul.
    Uma nova recomendação será feita em fevereiro de 2017, com relação às vacinas que serão utilizadas na temporada 2017-2018, no Hemisfério Norte. Para os países em regiões equatoriais, fatores epidemiológicos influenciam qual das recomendações (fevereiro ou setembro) as autoridades individuais nacionais e regionais devem considerar como apropriada.

  • Informe Epidemiológico - Influenza: Monitoramento até a Semana Epidemiológica 40 de 2016.

    Brasil. Ministério da Saúde. Secretaria de Vigilância em Saúde. Boletim epidemiológico. Influenza: monitoramento até a semana epidemiológica 40 de 2016 [Internet]. 2016 [atualizado 2016 Out 18].
    Disponível em:Clique Aqui
    RESUMO
    A vigilância da influenza no Brasil é composta pela vigilância sentinela de Síndrome Gripal (SG), de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) em pacientes internados em Unidade de Terapia Intensiva (UTI) e pela vigilância universal de SRAG.
    A vigilância sentinela conta com uma rede de unidades distribuídas em todas as regiões geográficas do país e tem como objetivo principal identificar os vírus respiratórios circulantes, além de permitir o monitoramento da demanda de atendimento por essa doença. A vigilância universal de SRAG monitora os casos hospitalizados e óbitos com o objetivo de identificar o comportamento da influenza no país para orientar na tomada de decisão em situações que requeiram novos posicionamentos do Ministério da Saúde e Secretarias de Saúde Estaduais e Municipais. Os dados são coletados por meio de formulários padronizados e inseridos nos sistemas de informação online: SIVEP-Gripe e SINAN Influenza Web.
    As informações apresentadas nesse informe são referentes ao período que compreende as semanas epidemiológicas (SE) 01 a 40 de 2016, ou seja, casos com início de sintomas de 03/01/2016 a 08/10/2016.

  • Documento de posicionamento da Sociedade Latino-Americana de Infectologia Pediátrica sobre a vacina contra dengue.

    Sociedad Latinoamericana de infectologia Pediátrica (SLIPE). Documento de Posición. [Internet]. Disponível em: Clique Aqui Acesso em 26/08/2016. Um grupo com cerca de 40 especialistas, de diferentes disciplinas, como infectologia, saúde pública, epidemiologia e virologia, com vasta experiência em dengue e vacinas tem se reunido periodicamente para analisar os dados relacionados ao comportamento epidemiológico da dengue na região da América Latina, e como seria o impactado da introdução de uma vacina contra dengue. Além disso, através da análise das informações disponíveis, procuraram estabelecer uma posição de consenso que possa apoiar os países na decisão e nas atividades necessárias para a introdução de uma vacina contra dengue em programas nacionais de imunização, sob a premissa de que a vacina deve ser introduzida como uma ferramenta adicional na estratégia de gestão integrada.
    O grupo, apoiado pela Sociedade Latino-Americana de Infectologia Pediátrica (SLIPE), tem sido chamado de "Iniciativa Internacional contra Dengue".

  • Surto de hepatite A no Havaí relacionado a vieiras cruas.

    Centers for Disease Control and Prevention (CDC). August 2016 - Outbreak of hepatitis A in Hawaii linked to raw scallops. [Internet]. Disponível em: Clique Aqui
    RESUMO
    O Departamento de Saúde do Havaí (DSH) está investigando um surto de hepatite A no Estado. Para as últimas descobertas e contagem de casos, visite o website do DSH Clique Aqui Em 15 de agosto 2016, o DSH identificou vieiras cruas servidas em restaurantes de sushi, nas ilhas de Oahu e Kauai, como a provável fonte do surto atual.
    O CDC e o FDA estão auxiliando o DSH com a investigação. Neste momento, o CDC não tem conhecimento de qualquer caso de infecção pelo vírus da hepatite A em outros Estados, relacionado ao surto do Havaí. O CDC continua a monitorar a doença em outros estados.

  • Imunidade pelo equilíbrio.

    Eberl G. Immunity by equilibrium. Nat Rev Immunol. 2016 Aug;16(8):524-32.

    O modelo clássico da imunidade postula que o sistema imunológico reage a patógenos e danos e restaura a homeostase. Com efeito, um século de pesquisa revelou os meios e mecanismos pelos quais o sistema imunitário reconhece o perigo e regula a sua própria atividade.
    No entanto, este modelo clássico não explica completamente os fenômenos complexos, tais como a tolerância, a alergia, o aumento da prevalência de patologias inflamatórias nas nações industrializadas e a imunidade a infecções múltiplas.
    Neste ensaio, propõe-se um modelo de imunidade que é baseado no equilíbrio, na qual o sistema imunológico saudável é sempre ativo e em um estado de equilíbrio dinâmico entre os tipos antagônicos de resposta.
    Este equilíbrio é regulado tanto pelo meio interno quanto pelo ambiente microbiano. Como resultado, a alteração do meio interno ou do ambiente microbiano levam a um desequilíbrio imunitário, o que determina a tolerância, a imunidade protetora e patologia inflamatória.

  • Situação da Dengue, Febre do Chikungunya e Zika Vírus em Santa Catarina.

    DIVE. Diretoria de Vigilância Epidemilógica. Boletim Epidemiológico n° 27/2016 Situação da Dengue, Febre do Chikungunya e Zika Vírus em Santa Catarina (Atualizado em 20/8/2016 – SE 33/2016).

    [Internet]. Disponível em: Clique Aqui

    A Diretoria de Vigilância Epidemiológica de Santa Catarina (DIVE/SC) divulga o boletim n° 27 de Dengue, Zika e Chikungunya, com dados até a Semana Epidemiológica n° 33 (1 de janeiro a 20 de agosto de 2016).

  • Surto de Hepatite

    Agosto 2016 –surto de hepatite A em múltiplos estados dos Estados Unidos, relacionado a morangos congelados.

    Eberl G. Immunity by equilibrium. Nat Rev Immunol. 2016 Aug;16(8):524-32.

    Centers for Disease Control and Prevention (CDC). August 2016 - Multistate outbreak of hepatitis A linked to frozen strawberries. [Internet]. Disponível em: Clique Aqui

    Diversos estados, o Centro de Controle e Prevenção de Doenças (CDC) e a Agência de Administração de Alimentos e Medicamentos (FDA) continuam a investigação de um surto de hepatite A de origem alimentar em vários estados nos Estados Unidos.
    As informações disponíveis até o momento não indicam um risco permanente de adquirir a infecção pelo vírus da hepatite A em algum dos estabelecimentos da rede “Tropical Smoothie Café”, uma vez que os alimentos contaminados foram removidos desde 8 de agosto de 2016.
    Os sintomas da infecção pelo vírus da hepatite A podem levar até 50 dias para aparecer. Como resultado, o CDC continua a identificar casos de hepatite A relacionados inicialmente com o produto contaminado.
    - houve relato de 89 pessoas com hepatite A em sete estados: Maryland (10), Nova York (1), Carolina do Norte (1), Oregon (1), Virginia (70), West Virginia (5), e Wisconsin (1);
    - 39 pessoas doentes foram hospitalizadas. Nenhuma morte foi relatada.
    Evidências epidemiológicas e de rastreamento indicam que morangos congelados, importados do Egito, foram provavelmente a fonte de contaminação deste surto.

  • Pneumononia

  • Surto de caxumba em SP é o maior desde 2008; Suas vacinas estão em dia?

    O número de casos de caxumba registrados neste ano no Estado deSão Paulo já é o maior desde 2008, segundo balanço do Centro de Vigilância Epidemiológica (CVE) da Secretaria Estadual da Saúde. Até o dia 16 de junho, quando foi divulgado o último levantamento, foram contabilizados 842 casos.

  • 20º Encontro Técnico-Científico - Vacinar - 2016

    Local : ESPAÇO DE EVENTOS KOLPING Endereço : RUA BARAO DO TRIUNFO 1213 - CAMPO BELO - SAO PAULO Data : 19/03/2016 Horário : 08:00 às 15:00 Inscrições Encerradas.